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Podcasts with Jim Morrison as character









Jim Morrison



Desde lo alto de la duna dejo caer una escudilla que rasga un aire extraño que acecha mi presencia. Ancianos ángeles amasan mi saliva con arena. ¿Quién acompañará mis huellas para descifrar el verdadero rostro de la luz?

Romper el cristal. No hay noche más fría. El nombre del desierto me persigue. Las puertas se derrumban.

Con el hueso roto del coyote buscaré mis años perdidos junto a un demonio que trama el antiguo imperio del cielo.



                                                                                                                    Henry Alexander Gómez


Visions - Laura River



          

eng                                                                   fr



Morrison Hotel - Sérgio Pereira Couto






Um milionário fanático por Jim Morrison e o The Doors abre em Paris, na França, uma réplica do famoso MORRISON HOTEL. Pouco tempo depois anuncia o leilão de uma foto que provaria que o cantor está morto. Um grupo de personagens diversos, de cantores sósias a produtores de tv, converge para o hotel a fim de arrematar a foto. Quando o milionário é encontrado morto da mesma forma que aconteceu com Jim Morrison, na banheira de seu quarto no hotel, todos os participantes do leilão se tornam suspeitos. cabe ao detetive do lugar, um ex-policial desiludido com o trabalho na força, resolver o caso antes que a verdade sobre ele venha à tona: sua identidade como primo de Morrison.


                                                                                                                      Sérgio Pereira Couto


Na terra do coração - Caio Fernando Abreu




Passei o dia pensando – coração meu, meu coração. Pensei e pensei tanto que deixou de significar uma forma, um órgão, uma coisa. Ficou só som-cor, ação – repetido, invertido – ação, cor – sem sentido – couro, ação e não. Quis vê-lo, escapava. Batia e rebatia, escondido no peito. Então fechei os olhos, viajei. E como quem gira um caleidoscópio, vi:

Meu coração é um sapo rajado, viscoso e cansado, à espera do beijo prometido capaz de transformá-lo em príncipe.

Meu coração é um álbum de retratos tão antigos que suas faces mal se adivinham. Roídas de traça, amareladas de tempo, faces desfeitas, imóveis, cristalizadas em poses rígidas para o fotógrafo invisível. Este apertava os olhos quando sorria. Aquela tinha um jeito peculiar de inclinar a cabeça. Eu viro as folhas, o pó resta nos dedos, o vento sopra.

Meu coração é um mendigo mais faminto da rua mais miserável.

Meu coração é um ideograma desenhado a tinta lavável em papel de seda onde caiu uma gota d’água. Olhado assim, de cima, pode ser Wu Wang, a Inocência. Mas tão manchado que talvez seja Ming I, o Obscurecimento da Luz. Ou qualquer um, ou qualquer outro: indecifrável.

Meu coração não tem forma, apenas som. Um noturno de Chopin (será o número 5?) em que Jim Morrison colocou uma letra falando em morte, desejo e desamparo, gravado por uma banda punk. Couro negro, prego e piano.

Meu coração é um bordel gótico em cujos quartos prostituem-se ninfetas decaídas, cafetões sensuais, deusas lésbicas, anões tarados, michês baratos, centauros gays e virgens loucas de todos os sexos.

Meu coração é um traço seco. Vertical, pós-moderno, coloridíssimo de neon, gravado em fundo preto. Puro artifício, definitivo.

Meu coração é um entardecer de verão, numa cidadezinha à beira-mar. A brisa sopra, saiu a primeira estrela. Há moças na janela, rapazes pela praça, tules violetas sobre os montes onde o sol se pôs. A lua cheia brotou do mar. Os apaixonados suspiram. E se apaixonam ainda mais.

Meu coração é um anjo de pedra com a asa quebrada.

Meu coração é um bar de uma única mesa, debruçado sobre a qual um único bêbado bebe um único copo de bourbon, contemplado por um único garçom. Ao fundo, Tom Waits geme um único verso arranhado. Rouco, louco.

Meu coração é um sorvete colorido de todas as cores, é saboroso de todos os sabores. Quem dele provar, será feliz para sempre.

Meu coração é uma sala inglesa com paredes cobertas por papel de florzinhas miúdas. Lareira acesa, poltronas fundas, macias, quadros com gramados verdes e casas pacíficas cobertas de hera. Sobre a renda branca da toalha de mesa, o chá repousa em porcelana da China. No livro aberto ao lado, alguém sublinhou um verso de Sylvia Plath: “I´m too pure for you or anyone”. Não há ninguém nessa sala de janelas fechadas.

Meu coração é um filme noir projetado num cinema de quinta categoria. A platéia joga pipoca na tela e vaia a história cheia de clichês.

Meu coração é um deserto nuclear varrido por ventos radiativos.

Meu coração é um cálice de cristal puríssimo transbordante de licor de strega. Flambado, dourado. Pode-se ter visões, anunciações, pressentimentos, ver rostos e paisagens dançando nessa chama azul de ouro.

Meu coração é o laboratório de um cientista louco varrido, criando sem parar Frankensteins monstruosos que sempre acabam por destruir tudo.

Meu coração é uma planta carnívora morta de fome. 

Meu coração é uma velha carpideira portuguesa, coberta de preto, cantando um fado lento e cheia de gemidos – ai de mim! ai, ai de mim!

Meu coração é um poço de mel, no centro de um jardim encantado, alimentando beija-flores que, depois de prová-lo, transformam-se magicamente em cavalos brancos alados que voam para longe, em direção à estrela Vega. Levam junto quem me ama, me levam junto também.

Faquir involuntário, cascata de champanha, púrpura rosa do Cairo, sapato de sola furada, verso de Mário Quintana, vitrina vazia, navalha afiada, figo maduro, papel crepom, cão uivando pra lua, ruína, simulacro, varinha de incenso. Acesa, aceso – vasto, vivo: meu coração é teu.



Jim Morrison-Père Lachaise




A séance
of sorts is taking place
on the neighbouring grave.
A spiritualist
offers a bronze head
to
             hovering
hands.

A
naked chest
an aura
of hair.
Jim
doomed
to visits from
old rockers
young women

and the odd, unearthly spirit of his neighbour.



                                                          Catherine Cole



Jim Morrison, l'angelo caduto - Rai Podcast Radio2






         EPISODE TITLE: JIM MORRISON, L'ANGELO CADUTO
         AUTHOR: RADIORAI
         PUBLISHED: 7 DECEMBER 2016
         PODCAST TITLE: RAI PODCAST RADIO2
         PODCAST EPISODE: PEZZI DA 90 EXTRA DEL 07/12/2016
         LENGHT: 9:18
         RADIO STATION: RADIORAI
         AVAILABLE: Player FM


Visioni in Jim Morrison - Good Vibrations






           EPISODE TITLE: VISIONI IN JIM MORRISON
           AUTHOR: GIANNI D'ELIA
           PUBLISHED: 9 NOVEMBER 2016
           PODCAST TITLE: GOOD VIBRATIONS
           PODCAST EPISODE: EPISODE OF 9 NOVEMBER 2016
           LENGHT: 1:37:41
           RADIO STATION: RADIO TALPA'Z
           AVAILABLE: Mixcloud



Pamela Des Barres - Queen of the Groupies! - Muses and stuff podcast






       EPISODE TITLE: PAMELA DES BARRES - QUEEN OF THE GROUPIES!
       AUTHOR: CHANTY ; BLAKE
       PUBLISHED: 26 OCTOBER 2016
       PODCAST TITLE: MUSES AND STUFF PODCAST
       PODCAST EPISODE: 6
       LENGHT: 36:59
       AVAILABLE: Muses and Stuff Podcast



Jim Morrison - Roberto Caselli






"Eccentrico, visionario, egocentrico, Jim Morrison ha rappresentato la classica figura del frontman delle rock band anni ’60, capace di stupire prima ancora che per la voce, per i suoi atteggiamenti irriverenti nei confronti del suo pubblico e del mondo intero. Con i Doors ha costituito un fenomeno di straordinaria vitalità intellettuale che univa spesso musica e poesia in un periodo storico in cui questo connubio era stato sperimentato solo dai poeti della beat generation, che accompagnavano i loro reading con il pulsante be-bop. Morrison visse i suoi anni con i Doors in modo frenetico, quasi consapevole che la vita gli stesse fuggendo di mano: alcol, droga e sesso furono il suo cibo costante che alternava solo alla musica. Il suo viaggio oltre la percezione presto non avrebbe avuto ritorno. La sua vita si sarebbe paradossalmente fermata nel momento in cui avrebbe deciso di lasciare la musica per la poesia. Successe a Parigi in modo plateale e ambiguo, proprio come era stata la sua vita sul palcoscenico. Una morte mai chiarita, di cui ancora oggi si vagheggiano ipotesi e strane storie di macabro intrigo. La sua figura di mito maledetto che ha riassunto in sé aspettative, contraddizioni e disillusioni di un’epoca mai finita non ha mai smesso di essere oggetto di culto per intere generazioni."


I giorni del caos - John Delmonico






"Partendo dai documenti già disponibili sul leader dei Doors, l'autore ha ricostruito l'inquietante complesso di operazioni segrete - e illegali - che, nella seconda metà degli anni Settanta fino al Watergate (1972) erano destinate a contrastare i movimenti studenteschi contro la guerra del Vietnam e quelli dei diritti civili e, più in generale, l'area della dissidenza negli Stati Uniti, ivi comprese le rock'n'roll star. Delmonico, archivista e studioso riesce a spiegare perché, esattamente come successe con Jim Morrison, un arresto per ubriachezza o atti osceni venisse considerato un attentato alla sicurezza nazionale."


Jim Morrison is God - Late to the Parti Podcast






         EPISODE TITLE: JIM MORRISON IS GOD
         AUTHOR: MATT ; NICOLE
         PUBLISHED: 1 SEPTEMBER 2016
         PODCAST TITLE: LATE TO THE PARTI PODCAST
         PODCAST EPISODE: 5
         LENGHT: 45:04 TO 51:33
         AVAILABLE: Late to the Parti Podcast



Limbo Dreams (for Jim Morrison)




Epiphenomena,
Drugged Moth Trinity,
the blue flame’s gory eye;
Laudanum seeds
flowering in rubber gardens.
A tradition gone invisible,
endangered species of Clowns
falling apart in a trick mirror held
by Green hands spreading
the sex of candy gloss girls,
The vigils of acoustic candelabra,
the sex of Ouija Letters
And galleys of sailor costumes.
Like Cats Coming Out of Clocks
Desperate dilated vigils;
Ideal Stranger, Carnival Organ Monkey,
The ReArrival of France;
the blue flame’s on in the kitchen.
The Naked trace of tinfoil moths, a worm’s symmetry,
helpless + pinned by some
stranger’s hand.
Death for cherub ideation is chinoiserie dream,
Like Cats Coming Out of Clocks
crimson eyes awaken scalp the endless night
daring back the dividends
Only the best waste can leave.
Epiphenomena,
A drugged Moth Trinity,
the blue flame’s even split
The piano is calling you home.
The Man on the River Styx whistling acapella,
unknown to his tune,
absent as a period
entombed in space.
Boy of 27 summers
limbo dreams
Can only speak of Was and When.
Hello! We love you! Hello!
Hello?


                                                                     John Allen



The Death of Venice




Pit bulls kick up dirt engoldened by
the sun, honey to sooth broken
streets of Lexus hybrids and
homeless clowns. Princes sheathed in denim
stagger past out-of- work shamans who hunch
over guitars to rasp their bright
laments: Teenage cops, killings,
a new
apartheid. American

flags jerk, horses’ tongues
flailing, skaters roar radioactive Cool, and I

drive street to street,
dreaming again my old dream of
Venice—Venice, where my
raggedy soul
was born.

ii

A lone festival wind totters through the dusk
under dying palms and the glare of Hollywood
movie shoots. Mad with thirst for
friendship, God, it cartwheels down Rose, up
Windward, over soil of Gashouse, Hopper,
Jim, poets of a
magic bleeding town— searches

between yoga parlors and
cocaine shanties,
gang tags and
one percenters,
between a Bhakti yogi’s prayer and
the embers of our city.

Raccoons peer from crevices
where they huddle in patched sleeping bags,
terrorized,
but when the sky wilts purple they
stride onto the road to stand
naked beneath streetlamps, pale
bruised sentinels.
The wind folds into shapes of
a busker and mandolin,
and together, grieving carolers, they cry:

iii

“O Saints of Exhale, Full Circle, Rama:
Are your seas lagoons for scarred ships?
Are your hearts filled with broken seagulls?

“O crucified poets, meditators, agitators:
Who will stand for adoration?
Who will drive Google and Reddit
from our streets?”

Through chapped whiskered lips the city sings:

“Who are we, who are we, to ask this of you?
We have no names, are only voices,
but still we ask:

“O daughters, lovers, sons;

“O ghost pianist of the Sidewalk Cafe, hammering at
your keys till they splinter across the twilight shore,
O Sixth Street painter topless and paintspattered on your
brown lawn not giving a damn,
O exhalation of dispensary weed cohered into
Christ and lumbering across the waves;

“O baroque literati snug in your aeries of words, scribbling onto
paper already incinerated to ash,
O track mark juvie crash landed from I10 dreaming
of an angel to drag you from your grave;
“O dreamers who blundered west from Houston, Boston,
Boise, only to be dashed against toney anterooms of
Paramount and Universal, and then united to
praise strange circus gods here, at the
edge of the crazy water;
“O crystal-chic agents of the New Age selling
fictions to babies,
O streets that we love,
O ink of night crack slinger, scared father of three,
who whistles to actors quivering in used Beemers;

“O Buddhist baby boomers shipped in from Burma and
Cambridge, despairing to reach psychotically texting
strippers and drunkabilly rockers,
“O air bnb profiteers,
O LAPD privateers,

“O black matriarch who squints at
prohibitively hip eateries which you
in any case cannot afford on the
corner where your great grandmother
worked and died,

“O new gentry who have no idea where you are
and could not be expected to care
what miracles have tattooed this ground,
but might still permit it to turn you into a
porpoise or a dying star—
“Who among you will erupt, ablaze
with care for our weird commons?
Who will describe
one circle around us all, proclaiming:
I am the first born soul of a new family, and
this is my city.
Show me one gambler unafraid to stake it all
on Love,
one true child of Venice—
our Jerusalem, the lost Holy Land
of Los Angeles.”


                                                                                                 Blake Abramovitz




Sem título



Estamos sós
Num planeta errante
Alguns ovnis as vezes pousam por aqi
Colhem vacas&sêmen
Depois desaparecem

Estamos sós
As galáxias se afastando
E nossa fome d contato
Borrada no pó cósmico
Guardamos em nossas gavetas
As fotografias d estrelas já extintas

O universo expande
E isso nos deixa mais sós
O planeta
Um grão de pó desacelera n rastro a Grande Explosão

Pelos radiotelescópios
Ouvimos Jim Morrison :
Este é o fim?

As flores do deserto daqi nos lembram
Qe estamos sós
E os deuses astronautas já não mais nos alcançam

Porq será qe os beijaflores não mais visitam nosso Jardim?


                                                                                                 Cátia Cernov



UnSpun - Jan Irvin & Joe Atwill




A Celebração do Lagarto






Récita dos poemas de Jim Morrison com acompanhamento musical de um quarteto. O projeto conta com a participação de 4 músicos e um actor:
Flauta > Sebastião Assunção
Clarinete > Gonçalo Leónidas
Clarinete Baixo > Jorge Camacho
Violoncelo > Mariana Ottosson
Actor > Joaquim Guerreiro




Lords and New Creatures Study Guide - BookRags.com







Sesso, droga e calci in bocca - Renzo Stefanel






"Raccontato in 38 storie, dalla sua preistoria all'epoca della new wave, il lato violento, sporco, indecente, volgare, sinistro e brutale del rock: in una parola, trucido."



Shards of love - María Rosa Menocal






"In discussions ranging from Eric Clapton's adaption of Nizami's Layla and Majnun, to the uncanny ties between Jim Morrison and Petrarch, Shards of Love deepens our sense of how the Middle Ages is tied to our own age as it expands the history and meaning of what we call Romance philology."



E o poeta feneceu




Por não poder prosseguir
No seu destino ... jogou
A vida na tumba fria
Hoje o poeta mora
Na mansão da poesia


                    Autor desconhecido



Other Voices and Full Circle by The Doors - The second spin






Jim Morrison - unknown artist




Jim Morrison Indoors/Outdoors de Christine Spianti - Fictions / Le Feuilleton







              EPISODE TITLE: JIM MORRISON INDOORS/OUTDOORS DE CHRISTINE SPIANTI 1/5
              AUTHOR: RADIO FRANCE
              PUBLISHED: 16 MARCH 2015
              PODCAST TITLE: FICTIONS / LE FEUILLETON
              PODCAST EPISODE: JIM MORRISON INDOORS/OUTDOORS DE CHRISTINE SPIANTI
              PART: 1 (OF 5)
              LENGHT OF PART 1: 24:53
              RADIO STATION: RADIO FRANCE
              AVAILABLE: Radio France

              (OTHER PARTS: 2 3 4 5)


Backbone Radio with Matt Dunn - Jan 11, 2015 - Hr 2






         EPISODE TITLE: BACKBONE RADIO WITH MATT DUNN - JAN 11, 2015 - HR 2
         AUTHOR: MATT DUNN
         INTERVIEW WITH: FRANK LISCIANDRO
         PUBLISHED: 11 JANUARY 2015
         PODCAST TITLE: BACKBONE RADIO WITH MATT DUNN
         PODCAST EPISODE: EPISODE OF 11 JANUARY 2015
         PART: 2 (OF 2)
         PUBLISHED: 11 JANUARY 2015
         LENGHT: 53:37
         RADIO STATION: BACKBONE RADIO
         AVAILABLE: Backbone Radio


Teaching Literature Through Song Lyrics : The Poetry of Rock and Roll

With Ray McNiece and Sean Kelly



This performance and workshop explore lyrics and music as literary expression, showing how themes, styles, and techniques of contemporary songs connect with the history of poetry.

The 50 minute performance covers the varieties of "guitar poetry" that are the roots of rock and roll. From work songs (sea chanties, field hollers) to train songs, from country to blues, from jazz to Broadway show tunes, Ray and Joe demonstrate the styles that created and continue to inform rock And roll.

The workshop shows the links between songs from the performance and the diverse literary and oral traditions that comprise the American experience. "Summertime," from the musical Porgy and Bess, segues into Van Morrison's "Moondance," a love song in the same key. What is a love song? A train song, "Rollin' in my Sweet Baby's Arms," transitions to one of Woody Guthrie's dust bowl ballads and then to Curtis Mayfield's "People Get Ready." How do these lyrics reflect the respective times when they were composed? What is the influence of William Blake on Jim Morrison of the Doors? How do both poets use symbolism in their work? How did the Beat poets influence Bob Dylan? How does the lyric structure of Scottish Border Ballads compare with Blue's format? How has the African- American folk poetry of "the dozen's'' influenced rap? The workshop will discuss these questions through lecture, demonstration and question and answers The workshop will also include an audience participation finale where students will create the verses and chorus of a song.

The performance and workshop pivot from Steven Smith's LYRICIST REVIEW, and encourage students to compare and contrast the songs they listen to everyday with poems from the curriculum to gain an understanding of the power and beauty of poetry.

Ray McNiece is a published poet, an actor and a folk-rock guitar singer. He is lead vocalist for the poetry music project Tongue-in-Groove. Sean Kelly is a singer-songwriter in the Richie Havens tradition. He and Ray comprise the duo, Soul Surviving Sons.


                                                                                                                    Ray McNiece Poetry Education


Hotel Rodoviária - Danislau






A narrativa é centrada no frenético personagem Jim da Silva, explicitamente inspirado no vocalista da banda The Doors, Jim Morrison.

                                                                                                                                 Lygia Calil


Comentários do filme "When you are strange – um filme sobre os The Doors" - Marcos Espíndola



Título: Comentários do filme "When you are strange – um filme sobre os The Doors"
Autor:Espíndola, Marcos
Resumo:Comentários do debatedor convidado Marcos Espíndola, na sessão de exibição e debate do filme "When you are strange – um filme sobre os The Doors", (The Doors: When You're Strange, ano de produção: 2009), do diretor Tom DiCillo, realizada em 20 de novembro de 2014 no Auditório "Elke Hering" da Biblioteca Central da UFSC.
URI:https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/159390
Data:2014-11-20
 


Ascoltando i doors - Alberto Nones






"L’ovest, la poesia, lo sciamanesimo, il teatro. I Doors hanno fatto molto più che musica. Hanno dato un’idea diversa di America, hanno scandalizzato, ma soprattutto hanno aperto le porte di una nuova percezione della realtà. Un racconto avvincente che restituisce al pensiero la storia e il messaggio della mitica band e del suo leader, Jim Morrison."


Jim Morrison - William K. Stidham




Rock Criticism: When the Music's Over


An empty stage materializes. A phantom light breaks through the misty unknown, dividing darkness. A solitary orb settles upon the elevated, dusty old floorboards. Nothing has past, no one is present. Suddenly, flares of crimson punch through the density. “Yea, c’mon” A wily metallic chatter descends from the rafters, followed by a sonic vibration below. The instance plays on, resurrecting in the forsaken vacancy. The beast draws its breath, and then it happens. With a scream from the nether declaring “We are here”, all pistons are ablaze. A neon electric frequency cracks open the air, letting loose howling demons from another world. And so begins our excursion through voice and madness, isolation and deformity, desolation and obscurity, truth and pain, and the space in between. The doors of perception are open. The cascading noise speaks, “When the music’s over…” It beckons curiosity. It speaks again “When the music’s over…” It demands attention. “When the music’s over…” The recipient demands the answer. The voice grants it. “Turn out the lights” And again. “Turn out the lights.” Once more. “Turn out the lights” Thrice driving the inalienable, self-evident truth into consciousness, leaving no room for reproach. Without warning, the guest is cast down the rabbit hole; its circus troupe host mockingly shouting down to it as it goes. “Music is your special friend”, they say, as it’s sent spinning down euphoric humiliation, naked with guilt. The freak reads out the sentence “Dance on fire as it intends” And it does, as it’s sent deeper and deeper down recollection, unwillingly, towards some inevitable, wicked cosmopolitan. “Music is your only friend” And without warning, it’s over; Silence. The blank stage reappears. He steps into the light. “Until the end”, he whispers. The solar winds agree “Until the end” The floorboards rattle in approval “Until the end” The electric villain spits from its ruptured curtain in overwhelmingly consensus. And the show goes on. The dark figure on stage cries and screams in confliction, requesting and demanding in pain and anger and sadness in one harmonizing, beautiful breath, which sings the darkest poetry; uncertainty. The foreboding elements about the figure grow impatient as they wait for Him to reconcile with anonymity; pattering back and forth through the hollow stage as he attempts to do so. The figure comes forth from inquisition, a supposed truth in his mouth. “We want the world and we want it…” The music listens. “Now” The music sounds in indifference “Now?” The speaker waits for their rebuttal in innocent naivety. His music parent refuses him. “Now!” the villain shouts in rebellious defiance. Crying in unison for salvation, He and the music become one again, resounding in empathic hopelessness, revisiting discovered truths, holding firm in convictions, making love and war in sweet, safe, comforting resolution. And they continue to do so until their fire and brimstone bedchamber collapse, their sweet melody echoes through motion no more, water and earth sit beside one another no longer, souls ascend and descend apart, sorrow reaches for everlasting joy in vain. Then, turn out the lights.


                                                                                                                                      John Montana



Lifestyle Theory - Glenn D. Walters








                                                                                                                     Glenn D. Walters


Chanson (Living Next To Jim) - Paul Hemphill



L'UMP de Paris veut rendre hommage à Jim Morrison



Le groupe au Conseil de Paris a soumis au vote un texte prévoyant de baptiser une place ou un bâtiment public au nom du chanteur des Doors, qui aurait eu 70 ans le 8 décembre.



Le Conseil de Paris, à l’initiative du groupe UMP, votera lundi ou mardi pour le principe de dédier un lieu, place ou équipement public, à la mémoire du musicien Jim Morrison qui a vécu et est mort à Paris en 1971, a-t-on appris vendredi. Les élus UMP soumettront au Conseil un «vœu» en ce sens, auquel l’exécutif socialiste «répondra favorablement», a dit à l’AFP Bruno Julliard, adjoint du maire Bertrand Delanoë chargé de la culture, saluant «une bonne initiative».

Le cofondateur et chanteur des Doors, mort à Paris le 3 juillet 1971 à l’âge de 27 ans, est enterré au cimetière du Père-Lachaise, où sa tombe est devenue un lieu de pèlerinage pour ses fans du monde entier. Mais aucun lieu ne porte son nom, font remarquer les cosignataires du «vœu», proposant «qu’un espace public parisien, place ou rue, établissement culturel, soit dédié à la mémoire de Jim Morrison», d’après le texte transmis à la presse.

Le «vœu», à l’initiative du conseiller de Paris Jérôme Dubus (UMP), insiste sur «la carrière exceptionnelle» de l’artiste américain, «chanteur, cinéaste, poète», à la tête d’un groupe parmi «les plus marquants de l’histoire du rock», et évoque aussi «son engagement contre la guerre du Vietnam». Il rappelle que Morrison, qui aurait eu 70 ans le 8 décembre, a vécu dans le quartier du Marais, au «17 rue Beautreillis»(IVe).

Pour Jérôme Dubus, «c’est étonnant» qu’aucun lieu dans la capitale ne porte encore le nom Morrison «étant donné son lien particulier avec Paris». L’élu UMP a fait remarquer que certains dans son groupe s’étaient demandé si un tel artiste «mérite d’être commémoré ainsi». «Certes il a eu une vie assez controversée notamment à cause de ses addictions […], mais c’est quelqu’un qui a marqué et il n’y en a pas tant que ça dans le monde du rock», a-t-il ajouté.

Un équipement public tel une bibliothèque ou un conservatoire de musique pourrait à terme prendre le nom de Morrison, selon Bruno Julliard, qui ne cache pas que la mesure pourrait prendre du temps. Pour de tels hommages à des grandes figures artistiques, «on a cinq ou six vœux chaque mois au Conseil de Paris», a dit l’élu PS.«Comme on ne débaptise pas de rues, dans le cas d’équipements publics cela peut aboutir plus vite.»

L’adjoint à la culture a cité les précédents de la bibliothèque Aimé-Césaire (inaugurée en 2010 dans le XIVe arrondissement) ou du centre musical Barbara (2008, XVIIIe). Autre exemple récent : Alain Bashung, mort en 2009, a son square depuis 2012 dans le XVIIIe arrondissement, où il a vécu.



Libération
13 dezembro 2013



An evening around Jim Morisson




SAM 07 DÉC // 18H // PROJECTION // Entrée libre

AN EVENING AROUND JIM MORISSON -
Lectures De Richard Bohringer


DÉDICACE DE JEAN-YVES REUZEAU
.........................................................................

à l'occasion de la sortie de son dernier livre sur Morrison paru chez Gallimard



18H30 / VERNISSAGE DES EXPOSITIONS + PROJECTION DANS LE HALL "THE TERROR OF ART- THE LEGACY OF THE DOORS" UN FILM DE PETER LEISS & JIM COKE (USA) 2012
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I "The Paris Journal"

20 Clichés du carnet de Jim Morrison


II "The summer of 65'", photos de Robbie Freeman

The summer of 1965....Jim Morrison was taking a film class and Robbie Freeman was taking a photography class at UCLA with Edmund Teske. Jim Morrison was re-editing his UCLA end of term Workshop 170B Film. Often Jim and Robbie would slip into Bungalow 3K7a trailer behind Gypsy Wagon snack bar and smoke a joint..... Throughout the summer, Robbie carried his manual Minolta 35mm camera as a requirement for his class with Teske. Robbie and Jim would get high and take photos while they cruised around Los Angeles area: Will Rodgers State Beach, The Self Realization Center, The Red Log House and at Morrison's apartment on Goshen Ave. "Jim would never pose for a photo unless he was making an odd motion or a bold statement". That fall of 1965 Jim came to Robbie's home in Topanga Canyon and played a demo of six songs with Ray and his brothers (Rick and the Ravens). Jim had written the lyrics himself and "The Doors" had asked Jim to sing them himself. It was before the revolution. Truly, this special and important work documents the months before Jim Morrison joined the Doors. The photos of Jim playing with a gas mask, climbing a fire escape as well as hiding behind a Jacket, smoking a joint, passing a joint and lying on the beach all make a statement of who Jim was and became to be. These photos are a true piece of American history.



20H / PROJECTION "LES DERNIERS JOURS DE JIM MORRISON" (52MN) UN FILM DE MICHAELLE GAGNET (FRANCE)
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21H / PHIL TRAINER + RICHARD BOHRINGER + GUEST
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Lectures de certains poèmes de Jim Morrison en Anglais ET en Français d'après "Ecrits" de Jim Morrison.

Phil Trainer

By 1985, Phil Trainer was back in Paris and people started referring to him by his nickname, "Steele" -- French for "style". The name stuck and became Phil's pseudonym. But up until that time, Phil Trainer had already made a name for himself, having written film scores for Georges Lautner, a No. 1 hit in Latin America titled "Carousel", and the international club classic, "City Lights" -- the balearic anthem that went Gold, selling over 10 million singles and compilations.



22H / PROJECTION (1H20) "NOT TO TOUCH THE EARTH" (40 YEARS OF JIM MORRISON IN PARIS)
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Un fil de Dean Preston (Australie) 2011




Jim Morrison : O poeta-xamã - Marcel de Lima Santos






A relação entre xamanismo e poesia na obra de um dos ícones pop do século 20 é o tema do livro Jim Morrison, O poeta-xamã, que a Editora UFMG lança hoje, 5, a partir das 19h, na Livraria Mineirama (Rua Paraíba, 1419, Savassi).

A obra do escritor e professor da Faculdade de Letras Marcel de Lima analisa a manifestação xamânica nos poemas escritos por Morrison, líder da banda The Doors. O autor discute a tradição poética do bardo visionário e as influências dos poetas do romantismo Arthur Rimbaud e William Blake nas produções artísticas de Morrison.


                                                                                                 UFMG



Ghost - Into The Self







Curta-metragem de Rodrigo Zan e Leco Moura
Direção e roteiro Rodrigo Zan
Diretor de Fotografia Leco Moura
Narração Sally Shepard
Atrizes Yasya Slonova & Ana Pierucci
Diretor-assistente Guigo Foggiatto
Assistente de câmera Seven Xing
Operador de som Gao Fei Zeng
Telecine Steve at Fotokem
Edição Leco Moura
Trilha-sonora The Doors
Filmado em 16mm


Lançamento do livro Jim Morrison : o poeta-xamã





Jim Morrison: The Articulation of the Shaman-Poet in the Poetic Tradition


This dissertation aims at the articulation of the shaman-poet in the poetic tradition. It presents American poet Jim Morrison as the shaman artist whose life and poetry are analyzed as belonging to the tradition of poets Plato called possessed by furor poeiicus. This tradition, which is to find its prime in the writings of the Romantic poets, states that poetry is a secret language, based on feeling and imagination, that speaks to the heart of men about the sacred and universal, i. e., natural, quality of the human soul. The shaman-poet, thus, belongs to a tradition that goes back thousands of years to a time when the primitive man used to be in touch with a magical understanding of his environment on a regular basis, in contrast to the extremely rational perception of the world by modem man. The poetry of Jim Morrison is presented here as a representative of this sacred language that tells of this magical perception, long-forgotten, though never completely erased from the human mind. Hence, it is to be seen not only as a bridge to the spiritual realm of feeling and imagination, but also as a technique for ecological survival in this current rational and secular era.


                                                                                                                    Marcel de Lima Santos



Jim Morrison - Um ensaio






    FICHA TÉCNICA
    ATOR: RICARDO OLIVEIRA
    DIRETOR: NATAN DE ALENCAR
    DRAMATURGIA: RICARDO OLIVEIRA E NATAN DE ALENCAR
    IDEALIZADOR: CELSO MELO
    SONOPLASTIA: CLEYTON LOPES



Portas por trás das portas: sete abordagens temáticas a partir do grupo The Doors



Este trabalho quer explorar sete abordagens temáticas possíveis a partir e, principalmente, em diálogo com a trajetória e obra de um grupo californiano de rock, o The Doors. O texto é resultado de discussões anteriormente elaboradas para minicursos, aulas, mesa-redonda e, especialmente, matérias publicadas, em 2001, na imprensa belohorizontina.

                                                                                                                      Nísio Teixeira


Jim Morrison - Bruni Sablan




Celebration of the Lizard King: Jim Morrison



I went on to find other wonderful coincidences in Jim's writing and his inspiration from other works such as The Yage Letters from William S. Burroughs and Allen Ginsberg. This is another drug-inspired tale woven through a series of letters between the two authors. The first portion of the collection begins with Burroughs during his visit to the Amazon Rainforest in 1953 in search of yage, one of the most powerful hallucinogens known to man. The latter series of correspondence occurred when Ginsberg went on the same conquest in 1960. Burroughs wrote back to Ginsberg after his mystical journey...

"WHAT SCARED YOU ALL INTO TIME? WHAT SCARED YOU ALL INTO YOUR BODIES?"

Not a decade later, Morrison wrote...

"Who scared you? Why were you born, my babe?
In two-time's arms with all of your charms, my love.
Why were you born? just to play with me?
To freak out or to be beautiful, my dear?
Load your head, blow it up, feeling good, baby"


                                                                                                   Brandt Hardin



Liner Notes 11 coming up soon at the Melbourne Writers Festival






This year, Liner Notes, a literary cabaret in tribute to a classic album, takes a lysergic road trip with Jim Morrison to scatter the ashes of the ’60s in the Mojave Desert, as we celebrate the swaggering shamanic blues of The Doors’ L.A.Woman. Featuring special guests Missy Higgins, Andy Griffiths, Ophira Eisenberg (US), Dave Graney, Doug Johnstone (UK), Jane Caro, Luka Lesson and Josh Earl, with Emilie Zoey Baker, Sean M Whelan and Alicia Sometimes, and led by MC Michael Nolan and a kick-arse live band. So, join us for the Lizard King's swansong before he ran a warm bath in Paris for the American Dream. The Regal Ballroom, Northcote, Friday 23 August. Tickets:http://tickets.mwf.com.au/session2_mwf.asp?s=300

Side one

1. ‘Changeling’ JOSH EARL
2. ‘Love Her Madly’ ANDY GRIFFITHS
3. ‘Been Down So Long’ JANE CARO
4. ‘Cars Hiss By My Window’ EMILIE ZOEY BAKER
5. ‘L.A. Woman’ DOUG JOHNSTONE (Edinburgh)

Interval

Side two

6. ‘L’America’ OPHIRA EISENBERG (Host of the Moth StorySLAMs, USA)
7. ‘Hyacinth House’ ALICIA SOMETIMES & SEAN M WHELAN WITH THE HYACINTHIANS.
8. ‘Crawling King Snake’ GEORGE MEGALOGENIS
9. ‘The WASP (Texas Radio and the Big Beat)’ LUKA LESSON
10. ‘Riders on the Storm’ MISSY HIGGINS


If that line-up doesn’t get your mojo risin’, nothing will.



Friday 23 August 2013 at 9.00 pm
tickets here: http://tickets.mwf.com.au/session2_mwf.asp?sn=Liner+Notes



Jim - Walter Daguerre






Um homem diante do túmulo de Jim Morrison com uma arma em punho. Um homem que não conheceu o vocalista do The Doors pessoalmente mas que, entretanto, teve sua vida pautada pelas ideias e pelos ideais deste que é considerado um dos maiores ícones do rock de todos os tempos. Um homem que durante anos acalentou o sonho de seguir os passos de seu ídolo, como artista e como ser humano, mas que acabou percorrendo uma existência trivial. Um homem que chegou aos 40 com o sentimento de que suas idealizações se perderam no tempo. É este homem que está agora em Paris, no cemitério Père-Lachaise, com um revólver na mão para acertar as contas com Jim Morrison. Ele tem somente uma bala, uma pequena peça de chumbo com a qual pretende transformar seu destino num jogo de azar. Este seria um acontecimento relativamente simples, não fosse a aparição de uma misteriosa mulher com quem ele trava um decisivo diálogo. E a presença enigmática de JIM.


                                                                                                                                                 Giostri