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Morrison Hotel - Sérgio Pereira Couto

Um milionário fanático por Jim Morrison e o The Doors abre em Paris, na França, uma réplica do famoso MORRISON HOTEL. Pouco tempo depois anuncia o leilão de uma foto que provaria que o cantor está morto. Um grupo de personagens diversos, de cantores sósias a produtores de tv, converge para o hotel a fim de arrematar a foto. Quando o milionário é encontrado morto da mesma forma que aconteceu com Jim Morrison, na banheira de seu quarto no hotel, todos os participantes do leilão se tornam suspeitos. cabe ao detetive do lugar, um ex-policial desiludido com o trabalho na força, resolver o caso antes que a verdade sobre ele venha à tona: sua identidade como primo de Morrison.
Sérgio Pereira Couto
Jim Morrison - Roberto Caselli

"Eccentrico, visionario, egocentrico, Jim Morrison ha rappresentato la classica figura del frontman delle rock band anni ’60, capace di stupire prima ancora che per la voce, per i suoi atteggiamenti irriverenti nei confronti del suo pubblico e del mondo intero. Con i Doors ha costituito un fenomeno di straordinaria vitalità intellettuale che univa spesso musica e poesia in un periodo storico in cui questo connubio era stato sperimentato solo dai poeti della beat generation, che accompagnavano i loro reading con il pulsante be-bop. Morrison visse i suoi anni con i Doors in modo frenetico, quasi consapevole che la vita gli stesse fuggendo di mano: alcol, droga e sesso furono il suo cibo costante che alternava solo alla musica. Il suo viaggio oltre la percezione presto non avrebbe avuto ritorno. La sua vita si sarebbe paradossalmente fermata nel momento in cui avrebbe deciso di lasciare la musica per la poesia. Successe a Parigi in modo plateale e ambiguo, proprio come era stata la sua vita sul palcoscenico. Una morte mai chiarita, di cui ancora oggi si vagheggiano ipotesi e strane storie di macabro intrigo. La sua figura di mito maledetto che ha riassunto in sé aspettative, contraddizioni e disillusioni di un’epoca mai finita non ha mai smesso di essere oggetto di culto per intere generazioni."
I giorni del caos - John Delmonico
"Partendo dai documenti già disponibili sul leader dei Doors, l'autore ha ricostruito l'inquietante complesso di operazioni segrete - e illegali - che, nella seconda metà degli anni Settanta fino al Watergate (1972) erano destinate a contrastare i movimenti studenteschi contro la guerra del Vietnam e quelli dei diritti civili e, più in generale, l'area della dissidenza negli Stati Uniti, ivi comprese le rock'n'roll star. Delmonico, archivista e studioso riesce a spiegare perché, esattamente come successe con Jim Morrison, un arresto per ubriachezza o atti osceni venisse considerato un attentato alla sicurezza nazionale."
Sesso, droga e calci in bocca - Renzo Stefanel

"Raccontato in 38 storie, dalla sua preistoria all'epoca della new wave, il lato violento, sporco, indecente, volgare, sinistro e brutale del rock: in una parola, trucido."
Shards of love - María Rosa Menocal

"In discussions ranging from Eric Clapton's adaption of Nizami's Layla and Majnun, to the uncanny ties between Jim Morrison and Petrarch, Shards of Love deepens our sense of how the Middle Ages is tied to our own age as it expands the history and meaning of what we call Romance philology."
Ascoltando i doors - Alberto Nones

"L’ovest, la poesia, lo sciamanesimo, il teatro. I Doors hanno fatto molto più che musica. Hanno dato un’idea diversa di America, hanno scandalizzato, ma soprattutto hanno aperto le porte di una nuova percezione della realtà. Un racconto avvincente che restituisce al pensiero la storia e il messaggio della mitica band e del suo leader, Jim Morrison."
Jim Morrison : O poeta-xamã - Marcel de Lima Santos

A relação entre xamanismo e poesia na obra de um dos ícones pop do século 20 é o tema do livro Jim Morrison, O poeta-xamã, que a Editora UFMG lança hoje, 5, a partir das 19h, na Livraria Mineirama (Rua Paraíba, 1419, Savassi).
A obra do escritor e professor da Faculdade de Letras Marcel de Lima analisa a manifestação xamânica nos poemas escritos por Morrison, líder da banda The Doors. O autor discute a tradição poética do bardo visionário e as influências dos poetas do romantismo Arthur Rimbaud e William Blake nas produções artísticas de Morrison.
Jim - Walter Daguerre

Um homem diante do túmulo de Jim Morrison com uma arma em punho. Um homem que não conheceu o vocalista do The Doors pessoalmente mas que, entretanto, teve sua vida pautada pelas ideias e pelos ideais deste que é considerado um dos maiores ícones do rock de todos os tempos. Um homem que durante anos acalentou o sonho de seguir os passos de seu ídolo, como artista e como ser humano, mas que acabou percorrendo uma existência trivial. Um homem que chegou aos 40 com o sentimento de que suas idealizações se perderam no tempo. É este homem que está agora em Paris, no cemitério Père-Lachaise, com um revólver na mão para acertar as contas com Jim Morrison. Ele tem somente uma bala, uma pequena peça de chumbo com a qual pretende transformar seu destino num jogo de azar. Este seria um acontecimento relativamente simples, não fosse a aparição de uma misteriosa mulher com quem ele trava um decisivo diálogo. E a presença enigmática de JIM.
Giostri